Derrame
Pleural

Derrame Pleural

O derrame pleural, caracterizado pelo acumulo de líquido em excesso entre as pleuras – membrana dupla que envolve o pulmão -, não é uma doença, mas sim a manifestação de outras doenças. Portanto, uma vez diagnosticada a presença de derrame, o próximo passo é investigar a sua causa.

O cirurgião torácico César Zuccoli observa que, em condições normais, a superfície pleural é lubrificada por não mais de 15 ml de líquido. Quando ocorre alguma alteração na pleura, começa a haver retenção de líquidos no espaço pleural e o derrame se forma.

Derame Pleural

Segundo o médico, pode ocorrer o acúmulo de uma quantidade excessiva de líquido entre as pleuras por muitas razões, incluindo a insuficiência cardíaca, cirrose hepática e pneumonia. “Quanto maior for o derrame, e quanto mais rápido ele se forma, mais sintomas ele causará”, diz Zuccoli.

Alguns dos sintomas do derrame pleural são: Dor (tipo pontada), que agrava com os movimentos respiratórios e com a tosse; tosse geralmente seca e muitas vezes dolorosa; e falta de ar inicialmente ligado à dor torácica, que se relaciona posteriormente com a rapidez de formação e volume de líquido. Pode ser muito intensa.

Zuccoli esclarece que o diagnóstico é realizado por meio da análise do líquido pleural; exames bioquímicos; exames complementares: como Raios x, radioscopia, tomografia computadorizada e ultrassonografia; exames bacteriológicos; exames citológicos; entre outros.

O médico orienta que, após a definição da causa do derrame pleural, deve-se instituir  o tratamento o mais rápido possível, minimizando os riscos ao paciente. Estes tratamentos variam desde uma adequada  reposição nutricional, até uma intervenção cirúrgica.

Derrame Pleural
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